terça-feira, 7 de setembro de 2010

Intrigante Negócio


Os comerciantes de intervenção, ou seja os que efectivamente se dirigem a nós e nos tentam atrair e convencer a comprar algo que maioritariamente nem sabiamos que queríamos pelo simples facto de que nem sequer precisamos são umas pessoas peculiares, no mínimo. Excluindo os chatos do Barclays, esses são só irritantemente insistentes.

Fascinam-me muito os cânticos, versos, todo o vocabulário extremamente diversificado dos homens das bolas de berlim e bolachas americanas. Porém, tenho de confessar que os homens das rosas detém o poder de suscitar em mim as mais variadas questões.

Porquê rosas? Qual a probabilidade de alguém num contexto social normal querer, de repente, oferecer uma rosa de plástico? Porque não vender as outras milhares de coisas que lhe garantiam maior sucesso comercial?
Porque é que são todos indianos? Porque é que os deixam entrar nas discotecas e cafés? Porque é que a maioria vem acompanhada de um pato que faz um som super irritante?

Nos últimos dias pude aumentar o meu conhecimento ou desconhecimento neste assunto.

Descobri:
1º Eles também vendem certas substâncias. Atenção, não por experiência própria.
O que me levou a pensar que talvez houvesse uma certa palavra ou frase chave para que o outro negócio se efectue e que há uma possibilidade (remota) de obterem um bom rendimento usando este disfarce para o tráfico.

2º Existem mulheres neste negócio. Mulheres de etnia cigana com uma muito maior capacidade interventiva e manipuladora. Recorrem a contactos brutos que roça na agressão física não deixando de parte a violência psicológica ridicularizando e expondo o homem que não adquire o produto com sábios dizeres populares como "Homem forreteiro é um cagão, chega a casa e tem de f**** à mão"

Pois e o que é que eu concluí com tamanho conhecimento e posterior reflexão? Os vendedores de rosas são intrigantes.
E sim sim, o ser original, destacar-se, sobressair-se continua a ajudar ao sucesso, normalmente.

Sem comentários:

Enviar um comentário