
Cenário: Conversa com a minha mãe sobre a minha próxima estadia num parque de campismo.
Ana Sofia- Má, nós temos geleias nao temos? é que toda a gente leva, dá mesmo jeito.
Má- Oh isso é so pa chamar formigas.
Ana Sofia- Oh aumenta muito a qualidade de vida.
Má- Eu não sei como vou arranjar isso agora também.
Ana Sofia- Nós não temos? Eu lembro-me que levava quando ia com o Sr Padre ( com isto refiro me às viagens e visitas com o ATL).
Má- Oh mas a tua avó há muito tempo que não faz, não sei se ela está disposta agora a ter esse trabalho.
Ana Sofia- Oh Má de que raio estás a falar? Eu tou a falar das malas para por as coisas frescas.
Má- Das geleiRas? É geleira não é geleia.
Posto isto a minha irmã que se encontrava nas redondezas começa a rir-se desenfreadamente sendo imediatamente acompanhada pela minha pessoa.
O que tem maior poder piadético? A minha subtil delecção da letra R e consequente confusao semântica? Hummm. Não.
Inclino-me bem mais para a ingénua crença da minha Mãe no importante papel das geleias na vida nos parques de campismo.
É que eu nunca sequer gostei de geleia.

