domingo, 17 de abril de 2011



Baloiço no jardim ao fim da tarde ouvindo ao longe a marcha fúnebre da procissão do Enterro do Senhor é ideal para um relaxamento profundo. Podemos pensar em coisas tão variadas como o porquê do nanismo do Carvalho que plantamos no 7ºano ( ainda é mais baixo que eu) e no que realmente precisa um ser humano. Podemos relativizar o que é bom, o que é mau. Podemos concluir que não há destino e que há coincidências que existem porque as procuramos. Podemos calcular que fazemos, somos, damos uns 47% do que somos capazes e que mais de 99% do nosso tempo é passado a fazer coisas que qualquer outra pessoa faz. Podemos aceitar momentaneamente que ser ingenuamente expectante é mau. E enfim podemos achar que está frio, temos fome e que a principal urgência é verificar se a Mãe está preparar o jantar e assistir a tesourinhos deprimentes com a irmã.

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